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ACM Neto critica possível retorno da ViaBahia e cobra solução para BR-324 e BR-116

Candidato ao governo da Bahia também responsabilizou Lula e Jerônimo Rodrigues pelos problemas nas rodovias e ironizou o chamado “Buraco do Jero”

Foto: Assessoria de ACM Neto

 

O candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), criticou nesta segunda-feira (31) a possibilidade da ViaBahia voltar a ter a concessão das rodovias BR-116 e BR-324.

“A concessionária era a ViaBahia. Essa concessionária perdeu o contrato por conta do péssimo serviço que prestava aos baianos. E olhe, observem vocês: perdeu o contrato, mas o governo federal está pagando quase R$ 1 bilhão e 900 milhões de reais de indenização pra ViaBahia. Deixou a via daquele jeito: completamente esburacada, insegurança total, o acostamento é um desastre, um terror”, disse Neto em sabatina da TV Aratu.

Neto também ironizou a atuação do DNIT e do governo estadual nos reparos da via, citando o episódio do “buraco do Jero”.

“Recentemente até houve uma brincadeira feita pelas pessoas que usam essa rodovia: pegou uma cratera que tava ali aberta, que chegou a fazer aniversário de quase dois meses, e batizou de ‘Buraco do Jero’. Porque o governador Jerônimo Rodrigues tinha dito em entrevista que o buraco tinha sido tapado, e o buraco tava lá”, afirmou.

O candidato citou ainda que o alinhamento entre o governador Jerônimo Rodrigues (PT) e o presidente Lula (PT) não surtiu efeitos para resolver os problemas da via

“O governador teve todas as oportunidades nos últimos quatro anos […]. Ele disse: ‘Ser do mesmo partido do presidente vai resolver todos os problemas da Bahia’. A questão da 324 é um grande exemplo de que isso não aconteceu”, declarou.

“O que é que o governador precisava ter feito? Ele precisava ter ido a Brasília com toda a sua autoridade, com a posição que tem de governador, ter reunido os três senadores da Bahia, os 39 deputados federais e usado o prestígio […] para garantir que a ViaBahia tivesse sido, primeiro, posta pra fora muito antes. Depois, que não tivesse ressarcimento. E, finalmente, que o DNIT […] tivesse garantido a manutenção dessa rodovia”, disse.