ELEIÇÕES


João Roma diz que baianos darão resposta ao PT nas urnas por ‘promessas não cumpridas’

Candidato ao Senado voltou a criticar governos petistas na Bahia e citou infraestrutura, saúde, segurança e carga tributária entre os principais problemas do estado

Foto: Max Haack/Assessoria João Roma

 

O candidato ao Senado e presidente do Partido Liberal (PL) na Bahia, João Roma, afirmou nesta quarta-feira (2) que os baianos darão uma resposta nas urnas as, segundo ele, promessas não cumpridas pelos governos do PT no estado.

“Eles pensaram que o cidadão baiano era besta. E vão ter uma grata surpresa, porque o cidadão baiano não tem nada de besta e vai dar a verdadeira resposta no próximo dia 4 de outubro”, afirmou Roma durante entrevista ao programa Boa Tarde Bahia, da Band.

O candidato voltou a criticar o que intitulou como “repromessas” do grupo petista. Roma citou um levantamento recente que apontou que 29 das 80 promessas apresentadas por Jerônimo para um eventual segundo mandato, o equivalente a 36,25%, já haviam aparecido em programas eleitorais anteriores do PT.

“São muitas pessoas decepcionadas com 20 anos de um mesmo grupo político aqui no estado da Bahia, encabeçado por Jaques Wagner, Rui Costa e Jerônimo Rodrigues, com muitas promessas, com bonitas propagandas no período da eleição, mas, infelizmente, esse grupo não entrega o que promete e não melhora a vida do povo baiano”, declarou.

O postulante ao Senado apontou a infraestrutura como um dos exemplos desse cenário e voltou a cobrar a duplicação da BR-101 na Bahia.

“Não é concebível que, num estado como a Bahia, nesse período de quase 16 anos com o mesmo grupo político tanto no governo federal quanto no governo do estado, você tenha aqui um dos maiores trechos da BR-101 sem duplicar no Brasil”, criticou.

Roma também criticou a situação da saúde pública, a insegurança e a política tributária estadual. O candidato defendeu a redução de impostos para estimular investimentos e gerar empregos, além de maior descentralização de recursos para fortalecer os municípios.

“É no município que as pessoas vivem. Quanto mais descentralizado esse recurso, melhor”, afirmou Roma.