POLÍTICA


Roma acusa PT de espalhar ‘fake news’ sobre proposta de Flávio Bolsonaro para o Bolsa Família

Presidente do PL na Bahia afirma que a declaração da coordenadora econômica da campanha de Flávio, Daniella Marques, foi distorcida

Foto: Campanha de João Roma/Max Haack

 

O presidente do PL na Bahia, João Roma, acusou o PT de espalhar fake news sobre a proposta do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) para o Bolsa Família. Em entrevista à Salvador FM nesta segunda-feira (19), o ex-ministro da Cidadania afirmou que a medida não prevê o fim do benefício após dois anos, mas a manutenção do pagamento durante esse período para quem conseguir um emprego com carteira assinada.

Segundo Roma, a declaração da coordenadora econômica da campanha de Flávio, Daniella Marques, foi distorcida para dar a entender que haveria um prazo máximo de dois anos para receber o auxílio. Ele explicou que a proposta busca garantir segurança financeira aos beneficiários durante a transição para o mercado de trabalho, sem que precisem abrir mão imediatamente da assistência do governo.

“O que nós criamos no passado e queremos reiterar é gerar a possibilidade de o beneficiário do Bolsa Família, ao assinar a carteira, ter a garantia de passar mais dois anos no programa”, afirmou. De acordo com o dirigente, caso o trabalhador perca o emprego nesse período, a proposta prevê o retorno imediato ao benefício, evitando que a família fique desassistida.

Roma também acusou o PT de usar o receio de perder o auxílio para desgastar a candidatura de Flávio Bolsonaro. “O PT fica querendo incutir o medo nas pessoas de perderem benefícios, dizendo que Flávio vai acabar com tudo, o que obviamente não é verdade”, declarou.

Para o presidente do PL na Bahia, a divulgação de informações sobre a proposta é importante para esclarecer as dúvidas dos eleitores e evitar interpretações equivocadas. “O que nos cabe enquanto líderes políticos é justamente esclarecer esses pontos, mostrar a verdade para as pessoas”, concluiu.