POLÍTICA


Flávio Bolsonaro critica fala de Lula sobre celulares roubados e diz que presidente ‘sinaliza para os bandidos’

Senador fez críticas ao presidente em vídeo publicado nas redes sociais nesta quarta-feira (17)

Foto: Reprodução/Redes sociais

 

O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), criticou as declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o combate ao roubo de celulares e afirmou que o chefe do Executivo desrespeitou as forças de segurança pública ao comentar o tema. Em vídeo publicado nas redes sociais nesta quarta-feira (17), o parlamentar disse que “quem não gosta de polícia é bandido ou petista” e declarou solidariedade aos agentes que teriam se sentido ofendidos pela fala do presidente.

“Não são os Correios ou os carteiros que vão acabar com o roubo de celular, Lula. Quem vai acabar com isso é a polícia”, afirmou. Flávio acrescentou que “desacreditar as nossas polícias não é papel de um governante sério” e classificou as declarações do presidente como “uma vergonha para o Brasil”.

Na avaliação do senador, Lula estaria adotando uma postura equivocada diante do problema da criminalidade. “Lula sinaliza para os bandidos e não para a vítima do criminoso”, disse.

O parlamentar também ironizou a possibilidade de os Correios serem utilizados em ações relacionadas à devolução de aparelhos roubados. “A dúvida é que eu não quero devolver na delegacia, eu quero devolver no correio. Porque a delegacia, as pessoas têm até medo, porque não sabem o tipo de delegado que vai encontrar ou o tipo de policial”, declarou, em tom crítico.

Ainda no vídeo, Flávio Bolsonaro fez críticas à estatal e ao governo federal. “Os Correios não conseguem nem manter as suas próprias agências abertas porque algum ladrão indicado pelo PT arrebentou a estatal. Imagina cuidar de celular roubado”, afirmou.

Ao defender medidas mais rígidas no combate ao crime, o senador declarou que “ladrão de celular tem que ficar preso” e que “bandido perigoso vai mofar na cadeia ou vai ser neutralizado”.

“Em 2027, com o novo governo do Brasil, essa bagunça vai acabar”, concluiu.

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