ELEIÇÕES


‘Com governo responsável, juros caem para 6%’, declara Zema em SP

Em agenda com feirantes na Zona Leste paulistana, candidato do Novo defendeu cortes de gastos, reformas estruturais e privatizações

Foto: Divulgação/Equipe Zema

O candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) visitou nesta quarta-feira (19) a Feira de Guaianeses, na Zona Leste da capital paulista, onde se encontrou com feirantes e consumidores. No local, ele se encontrou com feirantes e consumidores, criticou a alta dos juros e do preço dos alimentos, e defendeu o corte de despesas públicas para reverter o cenário.

Segundo Zema, os feirantes relataram a perda do poder de compra devido ao aumento dos preços, embora os salários tenham permanecido nos mesmos patamares.

“O brasileiro tem vivido pior do que vivia antes, muito em função de um governo irresponsável que continua gastando muito mais que arrecada”, declarou o candidato aos jornalistas presentes.

O candidato apontou que a redução apontou a redução das despesas estatais como meio para recuperar a capacidade de compra da população. De acordo com ele, os elevados gastos do setor público geram inflação e taxas de juros elevadas.

Ao ser questionado sobre a forma de execução dessa contenção orçamentária, Zema disse que a medida ocorreria “onde não afeta as pessoas”.

“É como a reforma administrativa. Hoje, o governo tem promoções automáticas, coisas que não acontecem em lugar nenhum do mundo”, pontuou.

“Nós temos que deixar a estrutura governamental mais enxuta, precisamos de uma reforma que inclua municípios, estados e a União”, explicou Zema.

Entre outras medidas, Zema mencionou uma nova reforma previdenciária, privatizações e aprimoramentos nos programas sociais. “Na hora que fizer isso, dá para aplicar dinheiro em quem mais precisa”, defendeu.

“Com um governo responsável, esse juros cai para 6%, vem uma economia de R$ 800 bilhões por ano, isso é duas ou três vezes o Bolsa Família”, afirmou o candidato.

Zema estimou que a melhora na conjuntura econômica nacional ocorrerá de forma imediata. Para ele, o avanço será resultado da disciplina governamental na gestão dos recursos públicos.