BRASIL


Desembargador afastado após beber e fumar em sessão acusa TJMG, STJ e STF de corrupção

Milton Lívio Lemos Salles fez acusações sem apresentar provas e afirmou conhecer supostos casos de irregularidades no Judiciário de Minas Gerais

Foto: Reprodução/Redes Sociais

 

O juíz do segundo grau do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), Milton Lívio Lemos Salles, acusou de corrupção, sem provas, o próprio tribunal, o Superior Tribunal de Justiça (STJ), o Supremo Tribunal Federal (STF) e o ministro Alexandre de Moraes.

Ele foi afastado do cargo nesta terça-feira (11) após aparecer bebendo e fumando durante uma sessão virtual de julgamento.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Salles afirmou conhecer fatos relacionados à Corte mineira. O magistrado citou a suposta compra de mais de 170 veículos Corolla híbridos como um dos episódios que, segundo ele, envolveriam corrupção.

Outro citado por Salles foi a manutenção de prédios do Judiciário diante da adoção de atividades remotas.

“O tribunal não existe, hoje só existe computador e os prédios vazios, custando luz, energia e funcionários”, afirmou.

O juíz disse ser alvo de “difamação” após a divulgação das imagens da sessão por videoconferência.

 

 

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