ENTRETENIMENTO


Sesc recebe Cabokaji no lançamento do Sonora Brasil

Promovido desde 1998, o projeto traz como proposta a valorização, preservação e difusão do patrimônio cultural brasileiro

Foto: assessoria

 

O grupo baiano Cabokaji — coletivo que une música e performance para explorar ancestralidade, espiritualidade e identidades afro-indígenas em linguagem contemporânea — participa do lançamento nacional da 28ª edição do Sonora Brasil, projeto do Sesc realizado neste ano em Santarém, no Pará. Com o espetáculo Salvaguarda, o coletivo transita por linguagens como afrobeat, rap, rock e elementos da cultura popular, propondo uma reflexão sobre cultura, identidade e sustentabilidade, afirmando a arte como espaço de resistência, memória e transformação. A apresentação acontece no dia 20 de junho.

O Sonora Brasil é um dos principais projetos de circulação musical do país. Com o tema “Reverberações Afro e Indígenas”, a edição deste ano percorre 42 cidades, em 15 estados, com 130 apresentações e 30 ações formativas ao longo do ano. Ao todo, serão quatro grupos musicais em circulação.

“Esta edição parte da compreensão de que essas sonoridades não pertencem apenas ao passado ou às referências históricas da música brasileira. Elas seguem vivas em práticas comunitárias, celebrações populares, rituais, repertórios de terreiro, cantos ancestrais e cenas contemporâneas que continuam reinventando modos de criar, cantar, tocar e narrar o mundo. A circulação desses grupos mostra como o Sesc ajuda a preservar e disseminar as diversas manifestações existentes em nosso país”, conta Leonardo Minervini, gerente interino de Cultura do Departamento Nacional do Sesc.

Promovido desde 1998, o projeto traz como proposta a valorização, preservação e difusão do patrimônio cultural brasileiro, levando ao público programações musicais de alta qualidade e ampliando o conhecimento sobre a diversidade artística produzida em diferentes regiões do país. A nova edição reforça o compromisso do Sesc em promover encontros culturais capazes de ampliar escutas, aproximar mundos e fortalecer a multiplicidade de vozes que constituem o Brasil contemporâneo.