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‘Governo da Bahia virou as costas para o Extremo Sul’, afirma João Roma

"Extremo Sul tem tantas potencialidades e isso infelizmente não tem sequer sido projetado ou um pouco defendido pelo atual governo", diz candidato ao Senado pelo PL

Foto: Assessoria João Roma

 

O candidato a senador e presidente do PL na Bahia, João Roma, voltou a criticar nesta quinta-feira (30) o que chama de “abandono dos governos do PT com o Extremo Sul da Bahia”. Segundo ele, “a região não é somente vitimada pela falta de investimentos em infraestrutura, mas enfrenta ainda a insegurança pública e jurídica causada por movimentos ligados à esquerda que não respeitam o direito à propriedade e impõem o medo”.

“O nosso Extremo Sul tem tantas potencialidades e isso infelizmente não tem sequer sido projetado ou um pouco defendido pelo atual governo. Você chega no Espírito Santo, estado vizinho e próximo à região, e parece que chegou em outro país. O governo da Bahia virou as costas para o Extremo Sul e não tem conseguido dar o mínimo de dignidade para nossa nossa população, como na assistência básica dos serviços de educação e de saúde”, disse Roma, em entrevista à Rádio Eldorado FM, de Teixeira de Freitas.

O candidato ao Senado denunciou como movimentos de esquerda impõem também o medo a quem produz na região, utilizando-se da conivência dos governos petistas que fazem vistas grossas às ações de invasão de terras. “Eles têm aprimorado seus métodos, têm inclusive utilizado populações em fragilidade como pessoas sem terra, como indígenas e, dessa maneira, têm dificultado também a ação da polícia”, comentou João Roma.

“Nós temos bons profissionais na polícia do estado da Bahia, mas infelizmente eles não têm encontrado respaldo do governo para trabalhar e ter uma presença de forma a dar a cada um que está aqui na Bahia a possibilidade de viver do suor do seu trabalho, que possa realmente sair de casa e andar com a cabeça erguida e não ficar acuado e com o coração na mão porque, a qualquer momento, pode chegar um grupo desse de criminosos para não só levar seus bens, mas muitas vezes também ceifar sua própria vida”, declarou João Roma.