ELEIÇÕES


Rui Costa critica grupo de ACM Neto e diz que 40% de Salvador não têm acesso a posto de saúde

Candidato ao Senado comparou a estrutura da capital com outras cidades baianas

Foto: Maína Diniz/ Assessoria

 

“Em Salvador, 40% da população não tem acesso a um posto de saúde”, criticou o candidato ao Senado pelo PT da Bahia, Rui Costa, durante carreata realizada pelo Time de Lula, nesta quinta-feira (10), em Simões Filho. A cobertura insuficiente e a péssima qualidade dos serviços de saúde nas gestões municipais do grupo liderado pelo ex-prefeito ACM Neto (União Brasil) foram duramente criticadas pelo ex-ministro da Casa Civil de Lula.

Segundo Rui Costa, o grupo que mais critica a oferta de saúde no estado é o que menos fez entregas à população. “É um verdadeiro desprezo com quem mais precisa. O candidato do lado de lá prometeu 12 policlínicas quando foi prefeito de Salvador e só entregou uma. Enquanto Fortaleza tem 10 hospitais municipais, Salvador, a primeira capital do país, só tem dois, e não funcionam 24 horas”, comparou.

Ainda segundo o candidato petista, que faz dobradinha com Jaques Wagner na disputa pelas duas vagas da Bahia ao Senado, apesar de ter mais de 700 mil habitantes, Feira de Santana não dispõe de hospital municipal, assim como Vitória da Conquista. Os dois municípios estão sob gestão do União Brasil, partido político liderado por ACM Neto.

Ao ironizar as declarações da oposição sobre a suposta falta de investimentos do governo estadual na área da Saúde, o ex-governador da Bahia, que coordenou o Novo PAC em sua passagem pelo Governo Federal, elencou os avanços conquistados pela parceria entre o governador Jerônimo Rodrigues e o Governo Federal.

Diante de milhares de pessoas reunidas durante o ato, Rui reforçou a importância do apoio da União e destacou os repasses recordes destinados ao estado. “Posso testemunhar que a Bahia nunca recebeu tanto recurso do Governo Federal para a saúde, para a educação e para a infraestrutura. Mas o povo baiano quer mais, e para ter mais, a Bahia precisa de um Governo e de um Senado que andem de mãos dadas com Lula”, finalizou.