JUSTIÇA


STF encurta sessão para acompanhar jogo da Seleção; presidente diz que ‘ninguém é imune’ ao futebol

Plenário reduziu duração dos trabalhos nesta terça-feira (24) e antecipou encerramento para 16h30 devido à partida do Brasil na Copa

Foto: Rafael Ribeiro/CBF

 

O Supremo Tribunal Federal (STF) realizou nesta terça-feira (24) uma sessão plenária mais curta do que o habitual por conta do jogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo contra a Escócia. O encerramento ocorreu pouco depois das 16h30, antecipando o fim dos trabalhos para que ministros e servidores pudessem acompanhar a partida.

O presidente da Corte, ministro Edson Fachin, comentou a alteração na rotina do tribunal e afirmou que “nenhum de nós é imune” ao clima de torcida pela Seleção. Segundo ele, a decisão levou em conta a importância do evento esportivo para o país.

Normalmente, as sessões do plenário ocorrem às quartas e quintas-feiras, entre 14h e 18h. Nesta data, o julgamento começou às 14h e seguiu sem intervalo, em regime excepcional.

A Secretaria do STF também teve o expediente ajustado, funcionando das 11h às 18h.

Durante a sessão, os ministros analisavam ações que discutem mudanças na Lei de Improbidade Administrativa, com foco na constitucionalidade das alterações e em efeitos como perda de cargo público e contagem de prazos de direitos políticos após condenações.

A Seleção Brasileira entrou em campo às 19h, em Miami, em partida válida pela terceira rodada da fase de grupos da Copa do Mundo.