ELEIÇÕES


Otto rebate críticas de Coronel e diz que ‘suou camisa’ para eleger ex-aliado em 2018

"Quando ele foi candidato, rasguei essa Bahia trabalhando por ele", afirmou o senador

Foto: Matheus Landin/Assessoria

 

O presidente do PSD na Bahia, senador Otto Alencar, rebateu nesta quarta-feira (17) as críticas do senador Angelo Coronel (Republicanos) sobre o Programa de Governo Participativo (PGP) promovido pelo governo da Bahia. Coronel afirmou que o PGP depende de caravanas de diversos municípios para que os eventos tenham público.

“O senador Coronel, se esqueceu que o PGP é territorial. Ou seja, se faz num município maior, como é o caso de Itapetinga, que é um município maior ali do Médio Sudoeste e outros municípios que gravitam em torno do Médio Sudoeste. Então, se faz em Itapetinga e vão as caravanas de outros municípios, com prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, lideranças, que vão levar as informações mas quer que ele aprove o programa de governo. Ele já deve ter esquecido que em 2018 ele foi ao PGP e era assim”, disse Otto em entrevista ao programa Giro Baiana, da rádio Baiana FM.

O parlamentar disse ainda que Coronel não participou ativamente de sua campanha à reeleição em 2022. Os dois são compadres, mas romperam a relação no início de 2026, quando Coronel decidiu deixar a base governista.

“Quando ele foi candidato ele foi [ao PGP], mas na minha vez não foi em nenhum. Quando ele foi candidato, eu suei minha camisa. Quando eu fui candidato em 2022, não apareceu em nenhuma reunião. Quando ele foi candidato, rasguei essa Bahia trabalhando por ele. Quando ele não ia, eu ia pedir voto para ele, como Wagner fez”, declarou o senador.