SALVADOR


Policial civil é morto após ser baleado na cabeça no bairro de Tancredo Neves

Lotado na 11ª Delegacia Territorial, Adailton Oliveira Rocha, 55, foi alvejado quando cumpria uma ordem judicial; ninguém foi preso

Imagem: Reprodução/TV Aratu

 

O policial civil Adailton Oliveira Rocha, 55, morreu após ser alvejado com um tiro na cabeça durante uma operação na manhã desta quarta-feira (15), no bairro de Tancredo Neves, em Salvador. O investigador era lotado na 11ª Delegacia Territorial, responsável pela região. Ninguém foi preso até o momento.

O agente chegou a ser socorrido e levado para o HGE (Hospital Geral Roberto Santos), no Saboeiro, mas não resistiu.

Procurada, a Polícia Civil informou que Adailton foi baleado quando realizava levantamentos investigativos em campo, na rua Paulo Valverde.

O delegado-geral, André Viana, disse se solidarizar com familiares, amigos e colegas de trabalho do agente e afirmou que as forças de segurança estão empenhadas na elucidação do caso.

“A Polícia Civil lamenta profundamente a perda do investigador, que dedicou sua vida ao enfrentamento da criminalidade. As equipes seguem mobilizadas e não medirão esforços para identificar os envolvidos e responsabilizá-los judicialmente”, afirmou.

A SSP (Secretaria de Segurança Pública) disse não permitirá “que o Estado seja subjugado pela criminalidade e que a resposta para esse crime grave será dada com firmeza e ações dentro da legalidade.”

Em nota divulgada anteriormente, a Polícia Civil havia reiterado que os responsáveis serão identificados e localizados com o “rigor da lei”.

“As investigações estão sendo intensificadas, com ações integradas entre as equipes de campo e os setores de inteligência, em conjunto com a Polícia Militar e a Secretaria da Segurança Pública”, afirmou.

O comunicado acrescentava que a notícia da partida de Adailton causa uma dor profunda em toda a instituição. “Colegas de trabalho, amigos e servidores que conviveram com Adailton sentem a perda de um profissional dedicado, comprometido com a segurança pública e, acima de tudo, de um companheiro respeitado e querido no dia a dia da Polícia Civil.”