POLÍTICA


Jerônimo desmente boatos sobre Bolsa Família, Gás do Povo e fim da escala 6×1

Governador usa redes sociais para esclarecer informações falsas que circulam na internet e no WhatsApp

Foto: Wuiga Rubini/GOVBA

 

O governado Jerônimo Rodrigues (PT), usou suas redes sociais para rebater uma série de notícias falsas sobre o Bolsa Família, o Gás do Povo e o fim da escala de trabalho 6×1. Em uma publicação no Instagram, Jerônimo apresenta, de forma simples e direta, informações que desmentem boatos espalhados principalmente pela internet e por grupos de WhatsApp.

Entre as mensagens falsas estão o suposto fim do Bolsa Família, a suspensão da distribuição gratuita de gás de cozinha e um alegado recuo do governo federal na redução da jornada de trabalho. “Informação falsa só atrapalha quem precisa conhecer seus direitos”, destaca a publicação, que reúne ilustrações de Jerônimo e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

No caso do Bolsa Família, é falsa a informação de que o programa será encerrado. O benefício continua sendo pago e teve reajuste de 15,04% em outubro, elevando o valor mínimo garantido por família de R$ 600 para R$ 691. Também não procede a informação de que o governo federal acabou com o Gás do Povo.

O programa permanece em funcionamento, garantindo a recarga gratuita do botijão de 13 quilos para as famílias contempladas. As informações são confirmadas pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, que desmentiu oficialmente os rumores sobre cortes e suspensão dos benefícios.

Outro boato combatido por Jerônimo afirma que o governo teria desistido de acabar com a escala 6×1 após as eleições. A informação é falsa. A mudança foi aprovada pelo Congresso Nacional e promulgada em 16 de outubro, com previsão de duas folgas semanais e redução gradual da jornada de 44 para 40 horas, sem diminuição salarial. A transição começa em 15 de dezembro.

Ao reunir os esclarecimentos, Jerônimo chama a atenção para os efeitos da desinformação sobre a população e incentiva os usuários a verificar a origem das mensagens antes de compartilhá-las. O alerta é direto: notícias falsas podem confundir trabalhadores e famílias justamente sobre direitos que continuam assegurados.