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João Roma chama Jaques Wagner de ‘insensível’ após senador dizer que regulação é a ‘fila da vida’

Candidato ao Senado pelo PL acusou o petista de insensibilidade e desonestidade e defendeu a gestão de ACM Neto na saúde de Salvador

Fotos: Sidney Haack/Assessoria e Rafael Nunes/Assessoria

 

O candidato ao Senado, João Roma (PL), rebateu nesta segunda-feira (24) a declaração do senador Jaques Wagner (PT), que classificou a regulação na Bahia como a “fila da vida”.

Segundo o presidente do Partido Liberal (PL) na Bahia, a fala do petista é um “tapa na cara do povo” e demonstra uma “insensibilidade” do senador.

“A fala do senador Wagner é uma mistura de insensibilidade com a dor das pessoas que aguardam na fila da regulação e de desonestidade. É um tapa na cara do povo. Nós vivemos uma verdadeira crise por conta da longa espera na fila da regulação. Negar que pessoas morrem esperando atendimento na Bahia é como dizer que o céu é vermelho”, afirmou Roma.

“Wagner e seu grupo tentam, a todo momento, reescrever a história, mas o povo conhece a verdade. É do feitio deles arrumar desculpas e culpados o tempo inteiro. Do jeito que fala, os problemas da fila da regulação não são de Wagner, Jerônimo e Rui. É, na verdade, uma confissão de que são incompetentes para resolver o problema”, concluiu Roma.

O candidato afirma ainda que pessoas do interior disseram a ele e ao candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), que perderam parentes enquanto aguardavam atendimento pela regulação.

“Neste fim de semana, eu e ACM Neto ouvimos mães que perderam seus filhos, crianças, esperando na fila da regulação. Essa é uma dor que nenhuma família deveria enfrentar. Senador Wagner, o senhor poderia ir até essas mães e dizer que elas estão mentindo? Poderia olhar nos olhos delas e dizer que essa é a ‘fila da vida’?”, disse.

João Roma defendeu o sistema de saúde do município de Salvador, área de diversos ataques por parte do grupo petista.

“É desonesto culpar Salvador. Quando ACM Neto chegou à prefeitura, Salvador tinha apenas uma UPA, que nem funcionava. Hoje são mais de 10 unidades, que ajudaram a acabar com as longas filas de macas nos hospitais. Sem contar que Neto construiu o primeiro hospital municipal da história da cidade, e hoje já são quatro hospitais em pleno funcionamento”, disse.