ECONOMIA


Dinheiro esquecido no antigo PIS/Pasep começa a ser liberado nesta sexta-feira (25)

Trabalhadores que solicitaram o ressarcimento até 31 de agosto estão incluídos no novo lote; consulta pode ser feita pelo Repis Cidadão ou aplicativo do FGTS 

Foto: reprodução/ redes sociais

Um novo lote de pagamentos dos valores esquecidos no antigo fundo PIS/Pasep começa a ser liberado nesta sexta-feira (25). Nesta etapa, estão contemplados os trabalhadores que fizeram o pedido de ressarcimento até 31 de agosto. 

Os valores podem ser consultados pelo Repis Cidadão ou pelo aplicativo do FGTS. O pedido de saque também pode ser realizado pelo aplicativo ou presencialmente em uma agência da Caixa Econômica Federal. 

Quem solicitar o ressarcimento até a próxima quarta-feira (30) terá o pagamento previsto para 26 de outubro. Depois que o pedido é aprovado, o dinheiro é depositado diretamente na conta bancária indicada pelo beneficiário ou em uma poupança social. 

Valor médio é de R$ 2,8 mil 

De acordo com o governo, o valor médio disponível para ressarcimento é de aproximadamente R$ 2,8 mil por pessoa. A quantia, no entanto, varia conforme o período em que o trabalhador esteve empregado e o salário recebido naquela época. 

Os valores também passam por correção pela inflação. 

Como consultar o dinheiro esquecido 

Para verificar se há algum valor disponível, o trabalhador deve acessar o site Repis Cidadão, entrar com uma conta gov.br e informar o NIS do beneficiário. 

O NIS é o mesmo número utilizado no PIS e pode ser localizado em diferentes documentos e sistemas do trabalhador. 

Quem tem direito? 

O antigo fundo PIS/Pasep reunia recursos destinados a trabalhadores com carteira assinada e servidores públicos que exerceram atividade profissional entre 1971 e 1988. 

O benefício não deve ser confundido com o abono salarial PIS/Pasep, que continua sendo pago atualmente a trabalhadores que atendem aos critérios estabelecidos para o programa. 

Prazo para pedir o ressarcimento 

Os valores esquecidos poderão ser solicitados até setembro de 2028. 

Após esse prazo, caso o trabalhador não tenha feito o pedido, os recursos serão definitivamente incorporados ao Tesouro Nacional e não poderão mais ser resgatados.