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Gargalos nas BRs 324 e 101 são fruto da ‘incapacidade’ de Rui Costa na Casa Civil, diz Roma

Candidato do PL ao Senado afirma que deterioração de rodovias é retrato da falta de prioridade do governo petista

Foto: Jorge Jesus/MundoBA

 

O candidato ao Senado João Roma (PL) afirmou nesta quinta-feira (23) que gargalos em rodovias como as BRs 324 e 101 são resultado da “incapacidade” de Rui Costa de destravar obras e investimentos para a infraestrutura da Bahia durante os três anos como ministro da Casa Civil, uma das pastas mais importantes da Esplanada.

Para ele, a expectativa de que a presença de Rui Costa no Palácio do Planalto acelerasse investimentos estratégicos para o estado não se confirmou.

“Rui Costa passou quatro anos na Casa Civil, com o presidente da República e o governador sendo do mesmo partido, e não conseguiu dar resultado. A Bahia continua esperando obras fundamentais para o seu desenvolvimento”, afirmou Roma em entrevista à Rádio CBN Salvador.

O ex-ministro da Cidadania do governo Bolsonaro citou como exemplos a situação da BR-324, administrada atualmente pelo DNIT após o fim da concessão da ViaBahia, a demora na duplicação da BR-101, a ponte sobre o rio Jequitinhonha e a ligação entre as BRs 116 e 242, em Rafael Jambeiro.

“São obras que impactam diretamente a vida das pessoas, a economia e o escoamento da produção. Enquanto outros estados avançam, a Bahia continua enfrentando gargalos que já deveriam ter sido resolvidos há muito tempo”, disse.

Roma afirmou que a ligação entre as BRs 116 e 242 já possuía projeto e recursos previstos na gestão de Bolsonaro.

“Essa é uma intervenção estratégica para a logística da Bahia. O projeto estava pronto, mas, passados mais quatro anos, nada foi entregue. Quem sofre é a população, que enfrenta congestionamentos e prejuízos diariamente”, declarou.

Na avaliação do candidato do PL, a infraestrutura tornou-se um retrato da falta de prioridade do governo para os problemas do estado.

“Não faltaram poder político nem espaço dentro do governo federal. O que faltou foi capacidade de transformar essa força em resultados concretos para os baianos. É isso que as pessoas percebem quando continuam encontrando rodovias precárias, obras paradas e promessas que nunca saem do papel.”