POLÍTICA


Criada pelo Senado após o 8 de Janeiro, Comissão de Defesa da Democracia está inativa desde 2024

No mês em que foi criada, a CDD elegeu a senadora Eliziane Gama como presidente para o biênio 2023-2024

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

 

Em junho de 2023, quase cinco meses após o 8 de janeiro, o Senado criou uma comissão permanente de Defesa da Democracia, motivado pelos ataques às sedes dos Três Poderes. A informação é da coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo.

Iniciativa do então presidente da Casa, Rodrigo Pacheco, o novo colegiado teve como justificativa a necessidade de que o Senado “permaneça cada vez mais vigilante e reafirme, a cada dia, o seu papel fundamental na defesa do Estado Democrático de Direito”.

No mês em que foi criada, a CDD elegeu a senadora Eliziane Gama como presidente para o biênio 2023-2024. Até o fim da sua gestão, foram realizadas 12 reuniões. A última delas ocorreu no dia 10 de dezembro de 2024.

Desde então, a comissão está inativa. Não houve nem sequer uma sessão para instalação e eleição do novo presidente.