BAHIA


Quase 50% das posições de liderança nas concessões rodoviárias da Bahia são ocupadas por mulheres

Da engenharia à operação, a força de trabalho feminina representa 67% do quadro das concessionárias Bahia Norte e Litoral Norte

Foto: Assessoria

 

A infraestrutura rodoviária é, historicamente, um setor predominado por homens. Nas rodovias da Bahia Norte e Litoral Norte, no entanto, o cenário é diferente. Pelo menos, 48,7% das posições de liderança são ocupadas por mulheres, em áreas que vão de engenharia à operação. A força feminina representa aproximadamente 67% do quadro de colaboradores.

Esse avanço é resultado de anos de investimento em políticas efetivas de inclusão, respeito e promoção da igualdade. Entre os reconhecimentos recebidos estão o Selo ONU Mulheres, que reforça o compromisso com os Princípios de Empoderamento das Mulheres, e o Selo Lilás, concedido pelo Governo da Bahia a empresas que adotam políticas concretas de igualdade de gênero e atuam na defesa das mulheres contra discriminação, assédio e violência.

A presença feminina se destaca em áreas estratégicas e historicamente dominadas por homens, como Engenharia e Operações. Charline Borges, Supervisora de Operações, se sente muito orgulhosa em fazer parte desse movimento de mulheres que constroem a sociedade através do seu trabalho. “Colocamos todos os dias nossa força, mas também nossa empatia e nosso modo feminino de lidar com as questões do dia a dia”, pontua, acrescentando que também se sente orgulhosa tanto das mulheres que atuam na praça de pedágio como da diretoria da sua área, que tem uma mulher à frente. “Não é toda empresa que tem mulheres em cargos de alta liderança”, destaca.

Da mesma forma, Carina Pereira, Especialista de Projetos na Engenharia, é uma delas. Com experiência acumulada ao longo de 10 anos na área de projetos, orgulha-se de trabalhar numa empresa que recebeu o Selo Lilás. “Me sinto representada por todas as mulheres que trabalham nessa empresa porque conseguem preservar a firmeza aliada à leveza de ser mulher”, afirma. Para ela, o crescimento feminino foi evoluindo. “Fomos ocupando os espaços como água”, explica.