SALVADOR


Tradições religiosas do Santo Antônio Além do Carmo podem virar Patrimônio Imaterial de Salvador

Propostas apresentadas à CMS buscam preservar tradições centenárias e fortalecer turismo religioso

Foto: Assessoria

 

O vereador João Cláudio Bacelar (Podemos) apresentou à Câmara Municipal de Salvador projetos de lei que propõem o reconhecimento das manifestações religiosas e culturais do bairro de Santo Antônio Além do Carmo como Patrimônio Cultural Imaterial do município.

As propostas buscam preservar tradições centenárias e, ao mesmo tempo, fortalecer o turismo religioso, segmento que movimenta milhares de visitantes todos os anos na capital baiana.

Os projetos contemplam a Trezena de Santo Antônio Além do Carmo (PL nº 210/2026), a Venerável Ordem Terceira de Nossa Senhora da Conceição dos Pardos (PL nº 211/2026), a Procissão do Encontro (PL nº 227/2026), a Irmandade do Divino Espírito Santo (PL nº 228/2026) e a Irmandade do Santíssimo Sacramento e Santo Antônio Além do Carmo (PL nº 229/2026).

As matérias preveem que o Poder Executivo possa desenvolver ações voltadas à preservação, valorização e difusão dessas manifestações, além de estimular pesquisas, registros históricos, atividades culturais, turismo religioso e parcerias com instituições públicas, privadas e entidades da sociedade civil.

Segundo Bacelar, as propostas representam uma estratégia para consolidar Salvador como um dos maiores destinos de turismo religioso do país.

“Salvador já é reconhecida pela força da sua fé e da sua diversidade religiosa. Reconhecer essas tradições do Santo Antônio Além do Carmo como Patrimônio Cultural Imaterial é fortalecer ainda mais esse potencial, preservando nossa história e ampliando as oportunidades para o turismo religioso e cultural”, afirmou o vereador.

Para o parlamentar, o reconhecimento também amplia a visibilidade de um dos bairros mais tradicionais de Salvador e contribui para que suas manifestações religiosas sejam preservadas e difundidas para as futuras gerações.

“Quando valorizamos nossas irmandades, procissões e celebrações populares, fortalecemos a identidade do povo soteropolitano e criamos novos atrativos para quem visita a cidade. Preservar esse patrimônio é investir na cultura, na memória e também no desenvolvimento de Salvador por meio do turismo religioso”, concluiu Bacelar.