SALVADOR


Polícia Civil avança nas investigações sobre morte de cabo da PM

Agente foi atingido por tiros durante ataque atribuído a traficantes do Comando Vermelho no bairro do Nordeste de Amaralina

Imagem: Reprodução/Redes sociais

 

A Polícia Civil informou no começo da manhã desta quarta-feira que avançou nas investigações sobre a morte do cabo PM Glauber Rosa Santos, atingido por um tiro de fuzil na cabeça em confronto com traficantes do Comando Vermelho na madrugada de terça-feira (3), no bairro Nordeste de Amaralina, em Salvador.

De acordo com a corporação, equipes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) realizaram diligências em diversos pontos do bairro onde ocorreu o crime.

Além dos depoimentos, outras informações reunidas estão ajudando a reforçar as investigações contra o grupo criminoso responsável pelo ataque.

Ainda na terça, o governador do estado, Jerônimo Rodrigues (PT), afirmou nesta terça-feira (3) ter feito o que pôde para tentar evitar a morte do policial. O petista também disse que determinou a apuração do caso no âmbito da SSP (Secretaria de Segurança Pública).

“Desde cedo, quando eu soube da notícia, liguei para o secretário Marcelo [Werner], tomei as informações. No caso do policial que foi atingido, nós fizemos o que podíamos: acompanhar no hospital, dar toda a atenção devida, solidarizar com a família de todos. Inclusive o policial [baleado] não estava na frente, estava na retaguarda. Portanto, minha determinação foi cuidar para apurar o que está acontecendo naquela região e ser firme no sentido de proteger a comunidade”, declarou o governador em conversa com jornalistas na abertura dos trabalhos da Alba (Assembleia Legislativa da Bahia).

Já o secretário de Segurança Pública, Marcelo Werner, classificou o episódio como um “crime bárbaro”.

“Nós não iremos parar até alcançarmos esses responsáveis. Esse é um combate diuturno que a gente tem contra as facções. Continuaremos firmes, fortes contra as facções e contra os covardes faccionados que fazem ataques como esse contra as forças de segurança”, disse o titular da pasta ao MundoBA.