POLÍTICA


Roma diz que, mesmo preso, Bolsonaro é a maior liderança contra o PT: ‘As pessoas não querem Lula’

Declaração foi feita nesta terça-feira (2) após pesquisa da AtlasIntel indicar empate técnico entre Bolsonaro e Lula

Foto: Max Haack/Divulgação

 

O presidente do PL na Bahia, João Roma, declarou, nesta terça-feira (2), que, mesmo preso pela trama golpista, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PT) segue sendo a maior liderança da direita e de oposição ao PT. A fala ocorre após pesquisa da AtlasIntel indicar empate técnico entre Bolsonaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Mesmo mantido preso em uma ação injusta, Bolsonaro mostra a sua força. Mesmo sem poder se pronunciar, mesmo sofrendo uma perseguição política implacável, Bolsonaro cresce e Lula derrete nas pesquisas”, disse Roma.

A pesquisa AtlasIntel aponta empate técnico entre Bolsonaro, com 47%, e Lula, com 49%. Além disso, os números apontam aumento da rejeição a Lula, que viu sua desaprovação subir de 48,6% para 50,7%.

“Perseguir e trancafiar implacavelmente um opositor não torna Lula o preferido dos brasileiros. Pelo contrário, os brasileiros têm senso de justiça e sabem que a prisão de Bolsonaro, sem ter cometido nenhum crime, nem crime de corrupção como é o caso de Lula, é uma violência política. E vejam que o governo Lula tem batido recordes de gastos, de propaganda e tudo mais, mas mesmo assim o povo brasileiro mostra que não está do lado do PT”, comparou João Roma.

O dirigente estadual do PL destaca que Jair Bolsonaro é o nome da direita para disputar as eleições em 2026. Ex-ministro da Cidadania no governo Bolsonaro, João Roma também comentou porque as manifestações em apoio ao ex-mandatário ainda não ganharam corpo nas ruas.

“As pessoas são testemunhas de que há uma tentativa de criminalização do bolsonarismo e da direita e, por isso, têm receio neste momento. Mas a realidade vem à tona com as pesquisas: as pessoas não querem o PT, não querem Lula e sabem que o governo Bolsonaro foi o melhor na promoção da liberdade de expressão e da liberdade econômica. O brasileiro voltará às ruas quando a perseguição judicial acabar”, disse Roma.