POLÍTICA


‘PT maltrata os mais pobres’, afirma deputado após Bahia registrar 2º pior salário do país

Para Paulo Azi, resultado expõe falência do modelo econômico petista e desmente o discurso de que o partido “cuida de gente”

Foto: União na Câmara

 

O deputado federal Paulo Azi (União Brasil) afirmou nesta terça-feira (24) que o fato de a Bahia ter hoje o segundo pior salário médio do país expõe a falência do modelo econômico de governos petista e desmente o discurso de que o partido “cuida de gente”. Segundo levantamento divulgado pelo IBGE, o estado hoje sob a gestão de Jerônimo Rodrigues (PT) fica à frente apenas do Maranhão.

Azi diz que o dado revela “uma realidade dura, que o PT tenta esconder”, mas que o povo sente no dia a dia. “O PT diz que cuida de gente, mas na verdade maltrata os mais pobres. A Bahia amarga o segundo pior salário do país depois de quase 20 anos de governos petistas. Isso não é consequência de uma gestão que abandonou os potenciais econômicos do estado, não incentiva a iniciativa privada e não sabe gerar oportunidades para os baianos”, declarou.

De acordo com o IBGE, a Bahia registrou um rendimento médio real de 2.284 por mês em 2025, um valor abaixo da média nacional.

Para o deputado, a Bahia perdeu protagonismo na economia do Nordeste, enquanto estados vizinhos avançaram na industrialização, no agronegócio, na infraestrutura logística e em parcerias com o setor privado.

“A Bahia ficou parada no tempo. Enquanto outros estados avançaram, nós assistimos fábricas indo embora, investimentos migrando para outras regiões e potenciais ainda não aproveitados como deveriam, com nos casos do turismo e da agropecuária. O resultado está aí: salários baixos, desemprego alto e pouca perspectiva para a população”, afirmou.

Azi também culpa Jerônimo Rodrigues pelo que chama de cenário de estagnação econômica. “Jerônimo recebeu um estado com sérios problemas e conseguiu piorar. O governo é incapaz de apresentar um plano de desenvolvimento. Em vez disso, aposta em mais empréstimos, mais propaganda e menos resultados. Não existe clima de confiança para quem quer investir na Bahia.”