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Troféu Castro Alves celebra 40 anos do Axé-Music em edição especial

Nesta edição, serão homenageados artistas, entidades carnavalescas, empresários, autoridades e criadores de novidades que contribuíram para a consolidação do Axé-Music e do Carnaval da Bahia.

Foto: Assessoria

O Troféu Castro Alves, considerado o pioneiro na premiação dos melhores do Carnaval da Bahia, chega em 2025 a uma edição especial em homenagem aos 40 anos do Axé-Music. A cerimônia será realizada no dia 3 de setembro, às 19h, na sede da Fundação João Fernandes da Cunha, no Campo Grande, em evento exclusivo para convidados. Na ocasião, também será lançado o número especial da Revista Exclusiva dedicado ao marco histórico do gênero musical.

Nesta edição, serão homenageados artistas, entidades carnavalescas, empresários, autoridades e criadores de novidades que contribuíram para a consolidação do Axé-Music e do Carnaval da Bahia. Para o jornalista Clóvis Dragone, idealizador do troféu, trata-se de um momento de celebração da memória e do futuro. “São quatro décadas de Axé-Music que transformaram o Carnaval e projetaram a Bahia para o mundo. O troféu tem justamente esse papel: reconhecer quem ajudou a construir essa trajetória e manter viva a memória de uma das maiores manifestações culturais do país”, destaca.

Criado em 1989 por Dragone, diretor da Revista Exclusiva, o prêmio surgiu para suprir a lacuna deixada com o fim do concurso da Federação dos Clubes Carnavalescos da Bahia, que premiava apenas blocos de avenida. Inspirado na Praça Castro Alves – palco da apoteose da folia soteropolitana – e no próprio poeta que lhe dá nome, a estatueta assinada pelo artista italiano Giuliano Ottaviani se consolidou como símbolo da celebração da cultura baiana.

Ao longo de mais de três décadas, o Troféu Castro Alves inovou ao reconhecer não apenas blocos, mas também cantores, bandas, diretores, produtores e até carnavais fora de época. Em 2025, a edição especial amplia esse alcance para valorizar a trajetória de quem ajudou a escrever a história do Axé-Music, desde o marco inicial com “Faraó – Divindade do Egito” até os dias atuais.