ELEIÇÕES


Wellington Dias vai coordenar campanha pela reeleição de Lula em 2026, diz ministério

Ministro atuará na articulação política nacional em meio a mudanças no primeiro escalão do governo

Foto: Divulgação/MDS

 

O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, foi escolhido para integrar a coordenação da campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A informação foi confirmada pela pasta nesta sexta-feira (20).

Segundo o ministério, ele terá papel estratégico na condução política do projeto eleitoral, com foco na articulação com partidos, governadores, prefeitos e movimentos sociais em todo o país. “Wellington Dias desempenhará papel estratégico na condução política do projeto eleitoral, reforçando a articulação com lideranças partidárias, governadores, prefeitos e movimentos sociais em todo o país”, diz o comunicado.

A nota destaca ainda que o ministro é considerado um “nome de confiança do presidente” e que sua indicação reflete a relação política construída ao longo dos anos. Em 2022, Wellington já integrou a coordenação da campanha de Lula, atuando na formação de alianças.

Após a eleição, ele participou da equipe de transição e assumiu o ministério responsável por programas sociais. O governo ressalta que seu “desempenho técnico e político no período foi determinante para sua nomeação como ministro”.

A definição ocorre em meio a mudanças no governo. Na quinta-feira (19), Fernando Haddad anunciou saída do Ministério da Fazenda para disputar o governo de São Paulo, enquanto Simone Tebet também deixou o Planejamento para concorrer ao Senado. Outras trocas, como a de Renan Filho nos Transportes, são esperadas.

Com trajetória política iniciada como vereador, Wellington Dias foi deputado estadual, deputado federal, governador do Piauí por quatro mandatos e é senador eleito pelo estado. Segundo o ministério, esse histórico “credencia o ministro como um dos coordenadores mais experientes da campanha, capaz de atuar tanto na articulação institucional quanto na mobilização política em diferentes regiões do Brasil”.