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Leandro de Jesus afirma que dados da violência expõem ‘fracasso’ de Jerônimo

Parlamentar cita o Anuário Brasileiro de Segurança Pública e diz que o governador "não cumpre o que promete" no combate ao crime

Foto: Assessoria/Leandro de Jesus

 

O deputado estadual Leandro de Jesus (PL) afirmou nesta quinta-feira (23) que os novos dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública “comprovam o fracasso” da política de segurança do governador Jerônimo Rodrigues (PT).

Segundo dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, a Bahia concentrou, sozinha, 13,4% de todos os 40.775 homicídios, latrocínios, lesões corporais seguidas de morte e mortes decorrentes de intervenção policial registrados no país em 2025.

Segundo o parlamentar bolsonarista, os números mostram que o governo do Estado falha no discurso de combate a violência.

“Jerônimo Rodrigues disse que não passaria a mão na cabeça de criminoso. A promessa ficou no discurso. A realidade mostra uma Bahia que lidera o ranking da violência, enquanto a população vive trancada dentro de casa. Estamos diante de um governador que não cumpre o que promete, que nunca teve credibilidade e demonstra, dia após dia, que é incapacitado para exercer o cargo quando o assunto é segurança pública”, declarou.

“A Bahia virou referência nacional pela violência. Enquanto as facções se fortalecem, o governo coleciona discursos e justificativas. O povo não aguenta mais sofrer com a insegurança, com o medo de sair de casa, de perder familiares e de ver o crime dominar cidades inteiras. O governador fracassou na principal missão de garantir segurança à população”, disse.

Ainda de acordo com Leandro, o levantamento mostra uma necessidade de mudança na gestão de estado.

“Não é mais possível esconder a realidade. Os números oficiais deixam claro que o modelo adotado pelo governo do PT não funciona. A Bahia precisa de um governo que enfrente o crime com firmeza, valorize as forças de segurança e devolva ao cidadão o direito de viver em paz. O povo baiano merece muito mais do que promessas não cumpridas”, afirmou.