ECONOMIA


Petroleiras fecham sem direção única após oscilações do petróleo com tensão entre EUA e Irã

Mercado reage a incertezas geopolíticas enquanto barril segue próximo dos US$ 100

Foto: Pixabay

 

As ações de petroleiras brasileiras encerraram o pregão desta segunda-feira (13) sem direção única, refletindo a volatilidade dos preços do petróleo em meio às incertezas nas negociações entre Estados Unidos e Irã.

O mercado chegou a reagir com forte alta diante do impasse nas conversas e das ameaças envolvendo o Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo. Ao longo do dia, no entanto, os preços perderam força após sinalizações de retomada do diálogo entre os países, reduzindo parte da tensão. 

Na Bolsa, os papéis da Petrobras registraram avanço, com as ações ordinárias (PETR3) subindo 1,78% e as preferenciais (PETR4) avançando 1,53%.

Entre as petroleiras independentes, o desempenho foi mais irregular. A PRIO chegou a liderar os ganhos durante o pregão, mas perdeu fôlego e encerrou em queda de 1,26%. Já a PetroRecôncavo recuou 3,15%, enquanto a Brava Energia caiu 2,39%.

No mercado internacional, o petróleo seguiu em patamar elevado, próximo dos US$ 100 o barril, sustentado pelo risco de interrupções na oferta global. A possibilidade de restrições no Estreito de Ormuz continua sendo o principal fator de pressão sobre os preços, embora analistas alertem que uma escalada prolongada pode também afetar a demanda global.