ECONOMIA


Caixa conclui pagamento da parcela de março do Bolsa Família

Receberam nesta terça-feira (30) os beneficiários com NIS de final 0

Foto: Lyon Santos/ MDS

 

A Caixa Econômica Federal concluiu o pagamento da parcela de março do Bolsa Família. Receberam nesta terça-feira (31) os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 0.

O valor mínimo corresponde a R$600, mas, com o novo adicional, o valor médio do benefício sobe para R$ 683,75. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, o programa de transferência de renda do governo federal alcançou 18,73 milhões de famílias neste mês, com gasto de R$ 12,77 bilhões.

Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade para garantir a alimentação da criança. Há também um aumento de R$50 a gestantes e mães que amamentam, um de R$50 a cada filho de 7 a 18 anos e outro, de R$150, a cada criança de até 6 anos.

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre o processo no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Os beneficiários de 171 cidades de nove estados receberam o pagamento no último dia 18, independentemente do NIS. A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.

A medida beneficiou os moradores de 126 municípios do Rio Grande do Norte, que sofrem com a seca, e os moradores de Juiz de Fora, Ubá, Patrocínio do Muriaé e Formiga, em Minas Gerais, afetados por enchentes. 

Também foram beneficiadas cidades que foram afetadas por chuvas ou por estiagens ou que têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade, nos estados Amazonas, Bahia, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Roraima e Sergipe.

Neste mês, o benefício médio repassado para os beneficiários da regra de proteção ficou em R$ 368,97. A regra de proteção permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo. 

Em 2025, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, a mudança só abrange as famílias que entraram na fase de transição a partir de junho de 2025.