CARNAVAL


Operação Abadá 2026 conduz três pessoas e apreende 151 abadás em Salvador

Ação identificou comércio irregular de abadás e venda de produtos importados sem autorização

Foto: Assessoria/PCBA

 

Três pessoas foram conduzidas nesta terça-feira (10) durante desdobramentos da Operação Abadá 2026, em Salvador. A ação ocorreu após trabalhos de inteligência da Polícia Civil identificarem a comercialização irregular de abadás e a venda de produtos importados sem autorização. Ao todo, 151 abadás de blocos e camarotes foram apreendidos por suspeita de comércio irregular, e a procedência do material segue sob análise.

Com o primeiro conduzido, os policiais encontraram abadás de camarotes sem comprovação de origem, um abadá de bloco, um aparelho celular e caixas de canetas emagrecedoras do tipo tirzepatida, importadas do Paraguai sem autorização sanitária. Ele foi autuado em flagrante por comercialização de produto medicinal irregular e por suspeita de receptação.

O segundo conduzido foi flagrado com dezenas de abadás armazenados em um veículo. Após consultas junto a camarotes e pontos oficiais de venda, foram iniciadas investigações para apurar a procedência dos produtos, que também foram recolhidos. O suspeito foi levado para adoção das medidas legais e responderá, até o momento, ao inquérito em liberdade.

Já o terceiro conduzido estava em posse de abadás sem origem comprovada, aparelhos celulares importados sem nota fiscal e canetas emagrecedoras trazidas do Paraguai sem autorização da vigilância sanitária. Ele foi autuado em flagrante por comercialização ilegal de medicamentos. Durante a ocorrência, o homem passou mal, foi encaminhado a uma unidade de saúde e, após atendimento médico, permaneceu preso.

A Operação Abadá é realizada pela Polícia Civil da Bahia, por meio da Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon), vinculada ao Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic), e segue até o fim do Carnaval. A iniciativa tem como objetivo combater o comércio clandestino de abadás, prevenir fraudes contra consumidores e coibir a circulação de produtos irregulares.