BRASIL


Mandados da PF no caso Master têm indícios de vazamento

Alguns dos investigados da segunda fase da Operação Compliance Zero deixaram os locais pouco antes de os agentes chegarem

Foto: Divulgação/Ministério Público da Bahia

 

Mandados de busca e apreensão da Polícia Federal no caso Master têm indícios de vazamento, com alguns dos investigados deixando os locais pouco antes de os agentes chegarem na manhã de 14 de janeiro, durante a segunda fase da Operação Compliance Zero.

Ao chegarem às 6h na mansão do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, os agentes se depararam com um advogado postado no portão externo. Os seguranças do imóvel, armados e contratados por empresa privada, se recusaram a deixar os agentes entrarem. A PF disse que precisou forçar a entrada, o que a defesa negou.

Em Trancoso, na Bahia, os agentes chegaram à casa de Felipe Vorcaro, primo do banqueiro e administrador de empresas ligadas ao grupo, e encontraram o quarto com lençóis revirados, “com aparência de que as pessoas que ocupavam o imóvel teriam saído repentinamente”, segundo relatório da PF.

Felipe e a esposa não retornaram ao condomínio enquanto os agentes estavam na casa. A consequência foi que, sem a presença dos suspeitos, não puderam ser apreendidos celulares, notebooks, tablets ou qualquer mídia digital. Com informações do portal UOL.