ELEIÇÕES


Jaques Wagner defende respeito à diversidade religiosa e critica uso da fé na política

Senador afirmou que a fé deve unir os brasileiros e condenou ataques a símbolos religiosos

Foto: Assessoria/JW

 

Durante comício em Sento Sé, no norte da Bahia, nesta segunda-feira (28), o senador Jaques Wagner (PT) criticou o uso da fé como instrumento de divisão política e defendeu o respeito à diversidade religiosa. O petista também condenou manifestações de intolerância e ataques à imagem de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil.

“A política é uma coisa, a fé é outra. Eu posso estar no PT e ser judeu, Rui Costa ser católico e, do outro lado, ter um evangélico ou uma pessoa de matriz africana. Cada um tem sua fé, e a minha obrigação é respeitar a religião dos outros, assim como quero que respeitem a minha”, afirmou Wagner, ao condenar manifestações de intolerância religiosa.

O senador também criticou episódios recentes nas redes sociais envolvendo ofensas à imagem de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, e ressaltou que o respeito às diferentes manifestações de fé é indispensável em uma sociedade democrática. Para Wagner, a religião deve ser tratada como uma dimensão pessoal, sem ser utilizada como justificativa para conflitos políticos.

“O que Cristo pregou e o que a Bíblia prega é o amor ao próximo, o respeito, a solidariedade e estender a mão a quem precisa”, declarou. Em seguida, o senador criticou a oposição ao presidente Lula e defendeu a união dos brasileiros, independentemente da religião.

“A turma de oposição ao Lula não é de respeitar a religião de cada um de nós. Nós queremos os brasileiros unidos, cada um respeitando a fé do seu irmão”, concluiu.