ENTRETENIMENTO


Sabrina Sato é processada em ação de R$ 170 mil ligada a franquia 

Apresentadora foi incluída em processo movido por duas franqueadas, que alegam problemas no modelo de negócio e questionam o uso da imagem da artista na divulgação da marca 

Foto: Reprodução/bebê mamãe

A apresentadora Sabrina Sato tornou-se alvo de uma ação judicial relacionada à Splash Bebidas Urbanas, empresa à qual está associada. O processo foi movido, em agosto deste ano, por Andressa Lopes Botelho e Luana Bispo Ribeiro, que investiram em uma franquia da marca no modelo delivery. 

As duas alegam que foram induzidas a erro durante a contratação e afirmam que o investimento necessário teria sido superior ao apresentado inicialmente. Segundo as autoras, a empresa também teria prometido um faturamento mínimo que não se concretizou. 

Na ação, Andressa e Luana relatam ainda problemas envolvendo a cobrança de royalties, falta de suporte, equipamentos considerados inadequados e dificuldades relacionadas ao próprio modelo de negócio. 

Participação de Sabrina Sato 

As franqueadas também incluíram Sabrina Sato no processo. Segundo elas, a apresentadora teria participação ativa na captação de novos investidores e não atuaria apenas como garota-propaganda da empresa. 

As autoras afirmam que a imagem e a credibilidade de Sabrina foram fatores importantes para a decisão de investir na franquia. Elas alegam ainda que a imagem da apresentadora foi utilizada durante a formalização da parceria e que isso teria contribuído para a decisão de entrar no negócio. 

Pedidos na Justiça 

Entre os pedidos apresentados, estão uma liminar para impedir a cobrança de multas contratuais e a inclusão dos nomes das autoras em cadastros de inadimplentes. 

No mérito, elas pedem a anulação do contrato de franquia, uma multa de R$ 100 mil, a devolução da taxa de franquia de R$ 30 mil e indenização por danos materiais. 

As duas também solicitam que a Splash Bebidas Urbanas e Sabrina Sato sejam condenadas, solidariamente, ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais para cada uma. O valor atribuído à causa é de R$ 170 mil.