ELEIÇÕES


Deputado ironiza ‘adesões requentadas’ de Jerônimo: ‘Daqui a pouco vai pedir música no Fantástico’

“Está faltando adesão nova e começaram a requentar as antiga", afirma Arthur Maia

Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

 

O deputado federal Arthur Maia (União Brasil) ironizou nesta segunda-feira (7) a estratégia da campanha do governador Jerônimo Rodrigues (PT) de voltar a apresentar como novidades apoios políticos que já haviam sido anunciados anteriormente. O parlamentar citou os casos dos prefeitos de Santaluz, Arismário Barbosa, e de Uruçuca, Magnólia Barreto, cujos alinhamentos com o governador já haviam sido divulgados pela máquina de propaganda do governo.

“Está faltando adesão nova e começaram a requentar as antigas. Daqui a pouco Jerônimo vai pedir música no Fantástico com tanto apoio repetido. Isso mostra o grau de desespero de uma campanha que está tentando fabricar uma realidade para esconder o movimento que está acontecendo de verdade no interior da Bahia”, ironizou Maia.

No caso de Santaluz, Arismário já havia declarado publicamente apoio à reeleição de Jerônimo no mês de março deste ano, conforme foi propagado pelo governo, que agora volta a fazer o mesmo anúncio. Já Magnólia vinha manifestando em julho seu alinhamento com o governador e havia reafirmado publicamente que votaria no petista.

“Enquanto eles reciclam fotografia e requentam apoio antigo, ACM Neto está recebendo gente nova todos os dias. São lideranças de diferentes grupos políticos que estão percebendo o sentimento das ruas e decidindo caminhar conosco. O governo pode tentar criar cortina de fumaça, mas não consegue esconder o que está acontecendo na Bahia”, afirmou o deputado, ao citar o recente apoio a Neto dos prefeitos de Piatã, Marcos Paulo (PSD), e de Aurelino Leal, Rodrigo Andrade (PP).

Para Arthur Maia, as movimentações políticas refletem um sentimento mais amplo da população em favor da mudança. “Eles estão tentando conter no marketing um movimento que acontece espontaneamente nas ruas. Quando o povo decide que chegou a hora de mudar, não adianta requentar adesão, fazer propaganda ou tentar criar uma realidade paralela. A mudança ganha força por conta própria, e é isso que estamos vendo acontecer em toda a Bahia”, disse.