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Bahamas Hotel Clube encerra atividades sete meses após morte de Oscar Maroni

Casa noturna marcou a noite paulistana por mais de três décadas e teve funcionamento reestruturado pela família

Foto: Reprodução/Redes sociais

 

O Bahamas, um dos estabelecimentos mais conhecidos da noite de São Paulo, encerrou definitivamente as atividades. O fechamento foi confirmado pela administração na última segunda-feira (13), cerca de sete meses após a morte do fundador, o empresário Oscar Maroni.

Em nota, a direção informou apenas que “o Bahamas encerrou as atividades” e disse que não haverá novos posicionamentos ou porta-voz para comentar o assunto.

O encerramento coloca um ponto final na trajetória da casa, fundada por Maroni na década de 1990, no bairro de Moema, Zona Sul da capital paulista. Ao longo de mais de 30 anos, o Bahamas ganhou notoriedade e se tornou um dos endereços mais conhecidos da cidade.

Oscar Maroni morreu em 31 de dezembro de 2025. Conhecido como o “Rei da Noite”, ele esteve à frente do empreendimento desde a inauguração. A causa da morte não foi divulgada pela família.

Após o falecimento do empresário, os herdeiros Aratã e Aruã assumiram a administração do estabelecimento e promoveram uma reestruturação. Maroni também era pai de Acauã e Aritana.

Ao longo da trajetória, o empresário enfrentou processos judiciais relacionados ao funcionamento da casa. Em 2013, foi absolvido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) da acusação de favorecimento à prostituição, decisão que permitiu a reabertura do Bahamas após anos fechado.

Na mesma época, o estabelecimento deixou oficialmente de operar como boate e passou a funcionar como hotel, após mudanças nas licenças de funcionamento e decisões da Justiça.