SALVADOR


‘Tem um componente político muito forte’, diz presidente da FGM sobre 2 de Julho

Fernando Guerreiro comentou sobre festividades do 2 de Julho e reabertura do TCA

Foto: Jorge Jesus/MundoBA

 

Em entrevista ao MundoBA na manhã desta quinta-feira (2), o presidente da Fundação Gregório de Mattos (FGM), Fernando Guerreiro, comentou sobre as festividades do 2 de Julho e a reabertura do TCA.

“Esse é um ano de eleição, então a gente vai ter uma festa, pelo menos na parte da manhã. E [o 2 de Julho deste ano] tem um componente político muito forte, mas isso já faz parte da tradição da festa”, afirmou.

Guerreiro destacou também a valorização do patrimônio cultural baiano como diferencial da edição de 2026. “É um ano em que eu me detive muito no patrimônio. A gente recuperou os monumentos referentes ao 2 de julho, Panteão de Pirajá, Maria Quitéria aqui no Largo da Soledade e também o monumento do 2 de julho no Campo Grande”, relatou.

Além da recuperação de monumentos históricos, o presidente da FGM comentou sobre a Igreja da Lapinha, que entrou em processo de tombamento pela Prefeitura de Salvador nesta terça-feira (30). “A gente tá cuidando da memória da festa com muito cuidado”, afirmou.

O produtor e diretor teatral baiano mencionou ainda a antecipação da Volta da Cabocla para sábado (4), às 18h, devido ao jogo do Brasil contra a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo.

Ao comentar sobre a reabertura do Teatro Castro Alves (TCA) nesta quarta-feira (1), Guerreiro ressaltou a importância do complexo, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), como principal equipamento cultural da Bahia.

“Para mim, é o principal espaço histórico da cidade, então tem que saudar e dizer que é uma maravilha”, afirma.