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Trump diz que atirador escreveu manifesto anticristão antes de atentado

Segundo o jornal New York Post, suspeito enviou o texto a familiares a 10 minutos do episódio

Imagem: Reprodução/Redes sociais

 

O homem que tentou invadir um jantar de gala cujo anfitrião era Donald Trump escreveu um manifesto com conteúdo anticristão antes de efetuar disparos no local, segundo o presidente dos Estados Unidos. Em entrevista à Fox News, Trump classificou o suspeito como “doente” e disse que o texto demonstra hostilidade contra cristãos.

Segundo o presidente, familiares do atirador já haviam alertado autoridades sobre o comportamento do homem, que ele descreveu como “muito perturbado”. A motivação do ataque, no entanto, ainda não foi esclarecida.

O suspeito foi identificado como Cole Thomas Allen, de 31 anos, professor e desenvolvedor de jogos que reside em Torrance, na Califórnia. De acordo com autoridades, ele será formalmente acusado nesta segunda-feira (27), em tribunal federal, por agressão a um agente federal e por disparo de arma de fogo com intenção de matar.

O jornal New York Post informou que o suspeito enviou o manifesto a familiares cerca de dez minutos antes da ação. No texto, obtido pelo veículo, o autor faz críticas ao cristianismo ao mencionar o princípio de “dar a outra face”, argumentando que a postura não deve ser adotada diante da opressão de terceiros.

O documento também traz críticas à atuação de Trump e afirma que integrantes do governo seriam os principais alvos do ataque, em diferentes níveis hierárquicos. Segundo o conteúdo divulgado, agentes do Serviço Secreto só seriam atingidos em caso de necessidade, enquanto convidados do evento e funcionários do hotel não estavam entre os alvos pretendidos.