ELEIÇÕES


ACM Neto diz que Jerônimo tenta ‘tapear’ prefeitos e eleitores com ordens de serviço

Pré-candidato a governador, ex-prefeito de Salvador afirmou que "propaganda não engana mais" os baianos

Foto: Assessoria/ACM Neto

 

O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato a governador ACM Neto (União Brasil) afirmou nesta quinta-feira (19) que o governador Jerônimo Rodrigues (PT) tenta “tapear” prefeitos e a população com anúncios e ordens de serviço sem efetiva entrega de resultados.

A declaração foi feita durante um evento ao lado de aliados e apoiadores no município Ibicaraí, no sul da Bahia.

Entre os correligionários presentes no encontro estava prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos (União Brasil), cotada como possível pré-candidata a vice de sua chapa.

Em discurso, ACM Neto disse que os baianos já não se deixam convencer apenas por anúncios e promessas. “E ninguém pode viver de promessa. E ninguém pode viver de papel, assinando ordem de serviço, querendo tapear prefeitos, querendo tapear as pessoas. Depois de vinte anos, a propaganda não engana mais”, declarou.

ACM Neto disse que a experiência acumulada após duas décadas de governos petistas na Bahia tem levado a população a enxergar “com mais clareza” a diferença entre propaganda e realidade.

Ao criticar o governo Jerônimo, ACM Neto afirmou que o estado segue enfrentando problemas graves que atingem diretamente o cotidiano da população, apesar do longo período em que o PT está no poder. Para ele, a realidade da Bahia desmente o discurso oficial da gestão petista. “E aí, a realidade prevalece, a realidade de um estado que infelizmente, depois de todo esse tempo, vive problemas muito sérios, problemas que atingem o dia a dia das pessoas”, afirmou.

O ex-prefeito também direcionou críticas à condução da saúde pública no estado. Ele acusou o PT de usar um discurso voltado aos mais pobres sem que isso se reflita, segundo ele, na prática da administração estadual. “Eles adoram dizer que defendem os mais pobres na propaganda. Eles dizem que cuidam dos que mais precisam, mas quando a gente olha a realidade da saúde na Bahia, a gente vê que é o pobre que está morrendo na fila da regulação”, disse.