CARNAVAL


Imprevistos na Sapucaí: Virginia e outras musas já enfrentaram problemas com figurino no Carnaval 

Casos com tapa-sexo e fantasias pesadas mostram que os bastidores dos desfiles também exigem resistência física e improviso. 

Foto: Instagram/@virginia

A estreia de Virginia Fonseca como rainha de bateria da Acadêmicos do Grande Rio, na madrugada desta quarta-feira (18), não foi marcada apenas pela emoção. A influenciadora passou por um contratempo comum, ainda que pouco comentado, entre musas e destaques do Carnaval: falhas no figurino durante o desfile. 

O tapa-sexo da fantasia acabou se soltando ao longo da apresentação, o que obrigou Virginia a redobrar a atenção enquanto sambava. Antes mesmo de entrar na Marquês de Sapucaí, ela já havia relatado dificuldades com o traje em uma transmissão ao vivo. Segundo a influenciadora, o peso da fantasia fazia a parte inferior do maiô ceder, gerando desconforto. 

“Não dava, teve que fazer tudo de novo”, contou, afirmando que a solução seria reforçar a fixação com fita adesiva. 

Além disso, a famosa também precisou retirar o costeiro, adereço posicionado nas costas, por causa do peso. A peça chegava a cerca de 12 quilos, aumentando o desgaste físico durante o percurso. 

Apesar da repercussão, Virginia não foi a primeira nem deverá ser a última a enfrentar esse tipo de situação. Ao longo dos anos, outras musas também passaram por perrengues semelhantes na avenida. 

Tarine Lopes (2018)
A então madrinha de bateria da X-9 Paulistana teve o tapa-sexo deslocado ainda na concentração e precisou atravessar a avenida segurando a peça com a mão. Depois, relatou que foi o desfile mais difícil de sua vida por causa do desconforto e do nervosismo. 

Kerolay Chaves (2024)
A modelo contou que, temendo que o acessório se soltasse em sua estreia em São Paulo, decidiu colar o tapa-sexo com supercola. Após o desfile, precisou procurar atendimento médico para retirar o adereço. 

Francine Carvalho (2023)
Rainha de bateria da X-9 Pioneira, em Santos, ganhou repercussão nacional quando o acessório se deslocou durante a apresentação, causando exposição acidental. Ela afirmou que o problema foi técnico e negou qualquer intenção de aparecer propositalmente. 

Suelen Mayara (2017)
A árbitra de futebol desfilou pela Acadêmicos do Tucuruvi usando pintura corporal inspirada em arte urbana e prendeu o tapa-sexo com cola para evitar que a peça saísse do lugar durante a apresentação. 

Os episódios confirmam que, além do glamour exibido na avenida, o Carnaval envolve preparo físico, figurinos complexos e, muitas vezes, improviso para lidar com situações inesperadas diante do público.