POLÍTICA


Banco de Edir Macedo toma calote de quase R$ 500 milhões por relação com Banco Master

Banco Digimais, de Edir Macedo, enfrenta problemas financeiros desde a pandemia

Foto: Reprodução/Redes Sociais

O banco que pertence ao bisco Edir Macedo, da Igreja Universal, o Digimais amarga mais um processo na justiça e pode sofrer um baque no seu caixa. É o que diz o sócio do banco Roberto Campos Marinho Filho ao relatar que teria tido um prejuízo de quase R$ 500 milhões ao aceitar papéis da Fictor, da Reag e do Banco Master como lastro da participação do Digimais em um fundo de investimento, o EXP 1. As informações são da colunista Gabriella Furquim do portal Metrópoles.

Segundo a colunista, foram comprados 80% do fundo de investimento e os outros 20% ficaram com Marinho, dono da Yards Capital, que gere o fundo. O valor da carteir0 despencou após o escândalo de fraudes fo Banco Master vir à tona.

A Yards notificou o Digimais judicialmente para que o banco do bispo Macedo comprasse a carteira de R$ 462,2 milhões, aportada pelo banco no fundo. A Reag foi alvo das duas últimas grandes operações policiais na Avenida Faria Lima, importante centro financeiro de São Paulo.

A gestora de fundos é investigada por suposto envolvimento em manobras para esconder dinheiro do crime organizado, na operação Carbono Oculto. O banco Digimais não é nada boa faz algum tempo impulsionado por relatórios de 2024 e 2025 que atestam alta inadimplência após a pandemia. A Ambipar é alvo de um processo envolvendo o dono do Master, Daniel Vorcaro.