ENTRETENIMENTO


Ceasinha do Rio Vermelho realiza prévia da Lavagem de Iemanjá

Essa foi a primeira edição do evento, que já teve data confirmada para 2027

Foto: Divulgação/Assessoria

 

Neste domingo (1), a Ceasinha do Rio Vermelho inovou com a primeira lavagem do estabelecimento, considerada a prévia do Dia de Iemanjá (2), comprovando que chega para ficar.

A festa capitaneada por Lane Fuzi e banda, que tem uma carreira promissora, cantou e encantou com os mais variados ritmos, tirou os frequentadores do chão.

O sucesso foi tanto, que Alberto Queiroz, diretor de Mercados da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, já anunciou a data da segunda edição em 31 de janeiro de 2027.

Teve participação especial ainda da Banda Bem Baiano, que rememorou músicas de Bell Marques e Timbalada, bem da banda de fanfarra Campana da Alegria, com as tradicionais marchinhas do Carnaval e também fez todo mundo tirar os pés do chão, numa espécie de nostalgia aos antigos carnavais. O cantor Dan Miranda fechou com chave de ouro, também com clássicos do Carnaval e contagiou com a alegria.

Com a filha nos braços dançando desde a arrocha ao ritmos mais tradicionais do Carnaval, como Baianidade Nagô, Mahia Machado, 33 anos, afirmou ser frequentador do Lola ao, mas a lavagem o fazia sentir um momento especial.

“Costumo frequentar o Mercado Rio Perfeito, em especial a feijoada. A primeira edição da Lavalha está excelente, muito bem organizada e poder curtir de forma tranquila esse momento com minha filha, é especial. Os bares e restaurantes oferecem um atendimento impecável. Convido a todos a participarem e desfrutarem do evento. A banda está maravilhosa, Lani Fizi é perfeita”, descreveu.

Com uma animação que chamava atenção, Nilza Costa, tenho 71 anos, não exarou a iniciativa . “Maravilhosa essa iniciativa e que venham outros e outros anos, afinal nada melhor do que pudermos desfrutar de um uma festa em um ambiente seguro e amigável”, elencou.

Em um ambiente repleto de gente bonita teve que apostasse em arranjar um “crush”. “É uma festa que é familiar, uma priva de Iemanjá, do Carnaval , um ambiente bem saudável e que agrega muita gente do bem. Vim com meus amigos, mas se acontecer algo que me encante, não posso negar que esse clima é propício também”, descreveu Gilson Pereira, 47 anos.